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A era da convergência digital com a loja chegou!

O cenário pós-pandêmico torna o mercado mais competitivo, mas também abre inúmeras oportunidades, puxado por novos modelos de consumo.
28/10/2021

Digital onipresente no comportamento do consumidor

O distanciamento social e a casa como centro de gravidade de trabalho, estudo e convivência tiveram um profundo impacto no shopper. Ele volta às lojas presenciais disposto a gastar menos, mas consumir mais com marcas vinculadas a valores e crenças.

Cozinhar em casa, aprender a criar drinks, incrementar o café ou fazer a própria faxina em tempos de redução de custos. Tudo isso gerou hábitos que nem sequer existiam antes como a ascensão das especiarias para café, gin, maior interesse por condimentos e produtos de limpeza sanitizantes.

A inovação e diversificação dos produtos por si só já leva a um incremento da gôndola e eleva a rentabilidade com novos itens na cesta. Porém, no segundo semestre de 2021, a estratégia para conquistar pessoas atingiu um novo nível. 

Uma pesquisa da Nielsen mostra que o ketchup cresceu 5.9% durante a pandemia. Mas campanhas com embalagens de signos iniciadas na internet e em apps como o TikTok, por exemplo, fizeram as vendas da linha Signos Cêpera disparar muito acima da média e chegar a 32,1%. Desse total, 47% do público atendido pertence a geração Z, 40% são millennials e 39% geração X.

Quem adquiriu um ketchup “de signo” esperando presentear alguém ou ter uma embalagem mais personalizada já chegou ao varejo convencido pelas redes sociais a encontrar esse molho. 

O exemplo acima ensina que não basta apenas se adaptar ao que o consumidor quer em tempos que o controle do dinheiro se tornou imperativo na economia. Lançar mão de novos modelos de comunicação para agregar valor é indispensável e vai definir a decisão de compra. Para isso, é fundamental entender o digital como algo onipresente, mesmo em loja física. 

Não vale pensar só no urgente, invista na multicanalidade

Um shopper multicanal vale mais, afinal ele é o consumidor que está sempre conectado: entra no  app, testa compras online, conhece os produtos e vai para a loja porque realmente quer estar lá pelo contato humano. Ele gasta de 2 a 3 vezes mais, que um consumidor “offline”

A sua rede tem o formato para atender esse novo shopper?

Se não tem, a palavra de ordem é transformação. Invista no engajamento e personalização, porque precisará conquistar uma geração Z que compra diferente de seus pais. E Millennials que não vão abandonar o Marketplace. A digitalização é um caminho sem volta, seja para o grande varejo, atacarejo ou mini-mercado.

Toda a estruturação precisa estar ainda profundamente alinhada ao relacionamento com pricing, em sinergia com gestão de marketing e trade marketing. E, essencialmente, com seus fornecedores, que é de onde partem os novos produtos que vão parar na gôndola. 

Segundo a McKinsey, o consumo em 2022 será influenciado mais do que nunca pelo senso de propósito, afetividade com as marcas e a compra consciente, que dará o tom de quanto um cliente estará disposto a gastar. Afinal, o shopper omnichannel chega ao varejo com todo o repertório pronto e itens definidos para colocar no carrinho.

Investir em trade é estar 5 passos à frente

Se ao acompanhar a guinada cada vez mais rápida de tendências você sente que nunca vai atingir toda a adaptação que precisa, então é hora de investir em trade e buscar novas alternativas. 

Em certa medida, pode ser que a empresa perdeu a oportunidade de vender mais e melhor porque não fez acompanhamento de contratos vencidos em pontos de gôndola. Ou deixou a atualização em segundo plano e não aproveitou ao máximo a estruturação de um PDV à altura das transformações propostas pelo fornecedor. Este, aliás, com quem nunca sobra agenda para marcar um encontro de relacionamento. 

É uma situação complexa, que não dá margem para amadorismo. Entender o que o consumidor deseja é um desafio diário.  E o varejo já conta com muitos detalhes para controlar nos compromissos diários. Mas falha em executar novas estratégias, porque não encontra tempo nem colaboradores para isso.

A boa notícia é que o comercial reserva uma verba para trade e que geralmente não é usada por temor de impactar na precificação. Mas a Metodologia Trade Master foi criada justamente para suprir o vácuo entre planejamento e prática que signifique ROI. A gestão de trade integrada MegaMidia foi pensada para impulsionar o sell-out, mapear oportunidades e desenvolver projetos de captação de receita junto aos parceiros.

Uma vantagem é a rápida aplicação e foco total na rentabilização máxima dos ativos. Nós acoplamos toda uma equipe ao trade e comercial já existente e fazemos interface com o comercial, indústria, marketing e distribuidores. Além de gerirmos e acompanharmos extensivamente a agenda comercial. 

Quer mais fluxo, frequência e visibilidade para o shopper? Precisa aplicar estratégicas tanto em nível nacional como em regional, levando em conta as particularidades de certos mercados? Fale com um de nossos especialistas.

Soluções 360º que geram muito mais resultado para o varejo.








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